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Para os amantes de filmes de animação, como eu, este parece-me bem.
Coraline é baseado num conto de Neil Gaiman e foi escrito e realizado por Henry Selick, que fez o fabuloso ‘Nightmare Before Christmas’.
Coraline Jones (Dakota Fanning) está aborrecida na casa nova até que descobre uma porta secreta e, atrás dela, uma versão alternativa da sua vida.
Aparentemente, esta realidade paralela é em tudo similar à sua vida e às pessoas nela - porém, muito melhor.
Mas quando este mundo perfeito se revela perigoso, e os seus pais "alternativos" tentam prendê-la para sempre, Coraline tem de recorrer a toda a sua determinação e coragem para escapar desta realidade e salvar a sua família.Com gatos e magia. Também em 3D. Podem ver o trailler aqui.
A quase obrigatoriedade de dar presentes no Natal é algo que geralmente nos leva a gastar dinheiro mal gasto em peças que não têm utilidade e que vão acabar numa gaveta. Isto se não optarem pelas habituais peúgas, úteis de facto, mas que ainda assim irão parar a uma gaveta.Daí a sugestão de alguns objectos que são não apenas originais mas também ecológicos. E que eu gostaria de ter.
Por 20£ (na ordem dos 25eur) podem adquirir o Sun Jar, um fabuloso frasco de compota convertido em lâmpada que se alimenta de energia solar. Muito menos poluente que uma dúzia de velas para criar o ambiente de um jantar romântico. E uma ideia ecológica que pode levar a outras ideias ecológicas.
Comprar, pode ser aqui. O planeta agradece.

Pode parecer que estes miúdos estão prestes a partir a cabeça. Desenganem-se os incautos, isto não é o que parece. <- até ficava bem aqui um ponto de exclamação.
Criadas por Stéphanie Marin, estas pedras-almofadas foram pensadas para o conforto dentro de casa ou na borda da piscina. São bonitas, orgânicas e uma forma muito curiosa de reinventar o já cansado pouf.
Conheçam aqui a colecção.

Não é o meu caso, mas as pessoas baixas têm geralmente dificuldade em chegar às ultimas prateleiras. Eu tenho precisamente o problema oposto: tudo é feito para pessoas baixas. À excepção das prateleiras altas.
Assim, Danny Kuo inventou uma coisa chamada StairCase, o que diz ser o seu projecto favorito. E tenho de concordar que é também o meu, apesar de não ser uma pessoa baixa.
Com este simples objecto, podemos facilmente alcançar a ultima prateleira e, quiçá, fazer um pouco de step enquanto lemos um livro.
Exceptuando o serviço na cafetaria no piso de cima do Museu, Serralves nunca desilude. De 1 de Novembro a 18 de Janeiro vão expor diversas obras de Juan Muñoz, um dos artistas mais inovadores na arte de contar histórias da era contemporânea.
Entre as paredes de Serralves, as suas esculturas estarão certamente a salvo do vandalismo gratuito que sofreram na Alameda dos Plátanos no Jardim da Cordoaria. Aliás, "Treze a rir uns dos outros" foi pedida emprestada pela Fundação precisamente para esta exposição e vai ser devidamente restaurada.
Aos domingos, das 11h às 14h, a entrada é gratuita. Aproveitem.
Depois da febre infantil dos comics da Disney, redescobri a banda desenhada aos 15 anos e desde então não larguei. Sei muito pouco da panóplia de personagens, de autores e de estilos (comparo este mundo ao do jazz pois em ambos sou uma diletante) mas sou fiel a algumas coisas. O simpático vizinho Homem-Aranha ocupa uma prateleira lá em casa, com a colecção ainda da Abril Controljornal inacabada e toda a série da Devir, mais uns quantos livros de capa grossa para impor respeito. Lá vai o tempo em que deitavam as minhas bd's ao lixo com o pretexto de que "provocam preguiça mental".
Descobri esta autora no DrawerGeeks quando percebi que na maior parte das vezes elegia os seus desenhos como os meus favoritos de cada série com vários autores. Gosto da forma como interpreta personagens de quem nunca gostei, como a little mermaid ou bonecas de porcelana, tipo a dizer: cadê a tua imaginação? Então não vês que isto até tem o seu.. potencial? Partilho aqui agora, para quem gosta ou não, de banda desenhada.